Além de participarem da construção da capital mineira, os imigrantes italianos deixaram outras marcas na cidade, presentes no nome de ruas, avenidas, becos e praças.
A pesquisadora Zuleide Ferreira Filgueiras dedicou sua dissertação de mestrado a esse tema. Com o título “A presença italiana em nomes de ruas de Belo Horizonte: passado e presente”, Zuleide analisou, entre o total de logradouros públicos que há na cidade, 183 denominados por antropônimos, ou seja, nomes próprios de pessoas, de origem italiana.
Entre os nomes mapeados, estão o da Av. Professor Alfredo Balena, farmacêutico, médico e humanista ítalo-brasileiro que, juntamente com outros onze médicos, em 1911, fundou a Faculdade de Medicina de Belo Horizonte (hoje Universidade Federal de Minas Gerais) da qual foi diretor por quase vinte anos (1927 — 1933, 1935 — 1949), com interrupção forçada de dois anos (março de 1933 a junho de 1935), pois fora obrigado a deixar o cargo por ser italiano de origem, sob a alegação de não ser permitido o exercício de cargos de direção pública a não-brasileiros natos.
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